Águida Hettwer Poesia & Art
Deixarei meu verso, tatuado em seu peito...
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Vidros-Fumê
Data: 28/05/2008
Créditos:
Autor Texto: Águida Hettwer
Ano: 2008
Interpretação Poética: Marcos Sérgio T. Lopes
Ano: 2008
Edição de som: Marcos Sérgio T. Lopes
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (cite o nome do autor e o link para a obra original). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.


Vidros-fumê
Águida Hettwer
 
O ranger das grades fechando-se
Enclausuram o silêncio na dor da saudade,
De mais uma noite que finda-se,
Vidros-fumê, ofuscando as luzes da cidade.
 
 
 Absorvem pensamentos,
Num empório de letras,
Avesso a tempos de relógios,
Despertam num manancial de idéias.
 
 
Na poesia sem censura,
Como regressar de uma longa viagem,
De aprendizagem, enleia-se,
Por gosto de liberdade!
 
 
Um rio interior corre
Ao encontro de águas revoltas,
Assim o coração encontra-se,
Mesclado de dúvidas e certezas.
 
 
Quantas dores seguem a caminhada,
Murmúrios de uma história inacabada,
Uma errante nota abraça o mundo!
Indomável o pensamento, indagou o pranto...
 
 
A rima descortina um novo amanhecer,
Vou ali, em busca de onde o sol esconde-se!
Volto logo...
Closed!
 
 
 
 
 
Enviado por Águida Hettwer em 23/05/2008

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